Mata Sombria, 23 de Setembro de 1923
Minha Querida Donzela,
Escrevo-lhe esta carta para lhe dizer o quanto eu a amo e o quão estou arrependido por a ter deixado desamparada naquela noite...
Estava com dúvidas do meu amor por si, mas quando não a vi no cimo daquela árvore o meu coração disparou e percebi que sem si a minha vida não fazia sentido !
Perdoe-me Minha Donzela
Beijos do seu eterno e amado Caçador !!!
Juliana Ferreira 7º B.
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