quarta-feira, 2 de outubro de 2013

A carta

Mata Sombria, 23 de Setembro de 1923

Minha Querida Donzela,

Escrevo-lhe esta carta para lhe dizer o quanto eu a amo e o quão estou arrependido por a ter deixado desamparada naquela noite...
Estava com dúvidas do meu amor por si, mas quando não a vi no cimo daquela árvore o meu coração disparou e percebi que sem si a minha vida não fazia sentido !
Perdoe-me Minha Donzela

Beijos do seu eterno e amado Caçador !!!


Juliana Ferreira 7º B.

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